HC 1067476 - DECISAO
Não se conhece do habeas corpus porque não há ilegalidade flagrante apta a justificar a concessão de ofício; o boletim de ocorrência lavrado em 09/06/2022, contendo relatos pormenorizados e identificação do paciente pelas vítimas, constitui manifestação inequívoca de vontade de ver a persecução penal prosseguir, suprindo a condição de procedibilidade dentro do prazo decadencial, de modo que não se reconhece decadência do direito de representação.
- Parties
- Paciente: JOÃO VITOR GONÇALVES CLARO; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 March 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecido
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus.
- Legal Topics
- Decadência Do Direito De Representação, Ação Penal Pública Condicionada, Formalidades Da Representação, Art. 171 Do Código Penal
Case Brief
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Parties
JOÃO VITOR GONÇALVES CLARO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido
Legal Issues
- 1 decância do direito de representação
- 2 se o boletim de ocorrência é equivalente à representação
- 3 uso do habeas corpus como substitutivo de recurso
Ratio Decidendi
Não se conhece do habeas corpus porque não há ilegalidade flagrante apta a justificar a concessão de ofício; o boletim de ocorrência lavrado em 09/06/2022, contendo relatos pormenorizados e identificação do paciente pelas vítimas, constitui manifestação inequívoca de vontade de ver a persecução penal prosseguir, suprindo a condição de procedibilidade dentro do prazo decadencial, de modo que não se reconhece decadência do direito de representação.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus.
Orders
- Cientifique-se o Ministério Público Federal.
- Publique-se.
Full Case Text
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