AREsp 1966551 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo por entender que não houve omissão no acórdão impugnado (art. 1.022 CPC/2015), que a alteração das conclusões exigiria reexame de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ, e que a divergência jurisprudencial não foi demonstrada mediante cotejo analítico exigido pelo art. 1.029, § 1º, do CPC/2015.
- Parties
- Recorrente: BANCO PINE S.A.; Recorrido: COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM; Recorrido: UNIÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Negou Seguimento Ao Recurso Especial
- Outcome
- Nego provimento ao agravo em recurso especial da instituição financeira.
- Legal Topics
- Depósitos Judiciais, Crédito Tributário, Coisa Julgada, Reexame Necessário, Súmula 7/stj, Cotejo Analítico E Dissídio Jurisprudencial, Honorários Sucumbenciais
Case Brief
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Parties
BANCO PINE S.A.
Recorrente
COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM
Recorrido
UNIÃO
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Negou Seguimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Alegada omissão do acórdão e pretensa violação do art. 1.022 do CPC/2015 sem manejo do recurso integrador na origem
- 2 Impossibilidade de reexame do conjunto fático-probatório em recurso especial em razão da Súmula 7/STJ
- 3 Insuficiência do cotejo analítico para demonstrar dissídio jurisprudencial nos termos do art. 1.029, § 1º, do CPC/2015
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo por entender que não houve omissão no acórdão impugnado (art. 1.022 CPC/2015), que a alteração das conclusões exigiria reexame de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ, e que a divergência jurisprudencial não foi demonstrada mediante cotejo analítico exigido pelo art. 1.029, § 1º, do CPC/2015.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo em recurso especial da instituição financeira.
Orders
- Nega-se provimento ao agravo em recurso especial.
- Majora-se, em desfavor do recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado a título de honorários sucumbenciais nas instâncias de origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites dos §§ 2º e 3º e o art. 98, § 3º do CPC/2015.
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