REsp 2178424 - DECISAO

REsp 2178424 - DECISAO

O Tribunal considerou que o laudo pericial definitivo observou rigorosamente as normas técnicas de avaliação e aplicou corretamente o fator de depreciação de 20% para a área de APP e demais fatores de melhoria, não havendo motivo para afastar a valoração; ademais, seguindo o entendimento do STF na ADI 2.332/DF e a consolidação jurisprudencial do STJ, são devidos juros compensatórios de 6% ao ano, calculados sobre a diferença entre 80% do preço ofertado em juízo e o valor fixado em sentença, razão pela qual o Recurso Especial foi conhecido em parte e negado provimento.

Parties
Recorrente: MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO/SP; Expropriados: expropriados
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 November 2024
Procedural Posture
Desapropriação (recurso Especial) / Julgamento De Recurso Especial (decisão Monocrática; Conhecimento Parcial; Improvimento)
Outcome
Conheço parcialmente do Recurso Especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
Legal Topics
Desapropriação, Juros Compensatórios, Depreciação Por APP, Perícia Avaliadora, Indenização, Atualização Monetária

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 18 Party arguments 2 Amounts and remedies 3
Sign in to unlock

Parties

MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO/SP

Recorrente

expropriados

Expropriados

Procedural Posture

Desapropriação (recurso Especial) / Julgamento De Recurso Especial (decisão Monocrática; Conhecimento Parcial; Improvimento)

  1. 1 violação ao art. 15-A do Decreto-Lei n. 3.365/1941
  2. 2 incidência de fator de depreciação em Área de Preservação Permanente (APP)
  3. 3 exclusão dos juros compensatórios em imóvel improdutivo

Ratio Decidendi

O Tribunal considerou que o laudo pericial definitivo observou rigorosamente as normas técnicas de avaliação e aplicou corretamente o fator de depreciação de 20% para a área de APP e demais fatores de melhoria, não havendo motivo para afastar a valoração; ademais, seguindo o entendimento do STF na ADI 2.332/DF e a consolidação jurisprudencial do STJ, são devidos juros compensatórios de 6% ao ano, calculados sobre a diferença entre 80% do preço ofertado em juízo e o valor fixado em sentença, razão pela qual o Recurso Especial foi conhecido em parte e negado provimento.

Court Disposition

Conheço parcialmente do Recurso Especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.

Orders

  • Publique-se e intimem-se.