REsp 2115745 - DECISAO

REsp 2115745 - DECISAO

O Tribunal concluiu que não havia omissão a ser sanada porque as matérias suscitadas foram enfrentadas; que a prescrição da pretensão indenizatória foi afastada por ter sido suspensa durante a ação possessória (aplicação da actio nata e art.172 CC/1916); que é admissível a utilização de provas emprestadas produzidas em ação possessória quando respeitado o contraditório e sem impugnação de sua veracidade; que não ficou comprovada expropriação executiva pelo Município, de modo que a concessionária que praticou o esbulho ostenta legitimidade passiva; e que o pedido recursal demandaria revolver prova, hipótese vedada pela Súmula 7/STJ, razão pela qual o recurso foi conhecido em parte e negado...

Parties
Recorrente: EDP ESPÍRITO SANTO DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA S/A
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
30 August 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Monocrática (relator) Julgamento Do Recurso Especial
Outcome
CONHEÇO EM PARTE do Recurso Especial e, nessa extensão, NEGO-LHE PROVIMENTO
Legal Topics
Desapropriação Indireta, Prescrição (actio Nata), Legitimidade Passiva, Provas Emprestadas, Embargos De Declaração, Honorários Advocatícios

Case Brief

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Parties

EDP ESPÍRITO SANTO DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA S/A

Recorrente

Procedural Posture

Recurso Especial / Decisão Monocrática (relator) Julgamento Do Recurso Especial

  1. 1 omissão em acórdão e cabimento de embargos de declaração (art. 1.022 CPC)
  2. 2 admissibilidade de prova emprestada para comprovação de domínio
  3. 3 termo inicial e suspensão do prazo prescricional na desapropriação indireta (teoria da actio nata; art. 172 CC/1916)

Ratio Decidendi

O Tribunal concluiu que não havia omissão a ser sanada porque as matérias suscitadas foram enfrentadas; que a prescrição da pretensão indenizatória foi afastada por ter sido suspensa durante a ação possessória (aplicação da actio nata e art.172 CC/1916); que é admissível a utilização de provas emprestadas produzidas em ação possessória quando respeitado o contraditório e sem impugnação de sua veracidade; que não ficou comprovada expropriação executiva pelo Município, de modo que a concessionária que praticou o esbulho ostenta legitimidade passiva; e que o pedido recursal demandaria revolver prova, hipótese vedada pela Súmula 7/STJ, razão pela qual o recurso foi conhecido em parte e negado...

Court Disposition

CONHEÇO EM PARTE do Recurso Especial e, nessa extensão, NEGO-LHE PROVIMENTO

Orders

  • Publique-se e intimem-se.