AREsp 1752864 - DECISAO
O agravo foi negado provimento porque a parte agravante não demonstrou o dissídio jurisprudencial nos termos exigidos (art. 1.029, §1º do CPC/2015 e normas do RISTJ) e porque, no caso concreto, o Tribunal de origem comprovou que o promissário comprador exerceu a posse e que o condomínio teve ciência inequívoca da transação, afastando a legitimidade passiva da promitente vendedora para o período discutido, em conformidade com o precedente representativo REsp nº 1.345.331/RS; ademais, há óbices processuais (Súmulas 7, 83 e 284/STF) que impedem provimento do recurso.
- Parties
- Apelante: empresa autora/apelante; Apelada: parte ré; Promissária Compradora: Graziely Fernandes Barbosa; Proprietário: Paulo Sousa Lino; Condomínio: Condomínio Lozandes Corporate Design (Trade Tower II)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão Em Agravo Contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial (negação De Provimento Ao Agravo)
- Outcome
- Nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Despesas Condominiais, Legitimidade Passiva, Promessa De Compra E Venda, Imissão Na Posse, Ciência Inequívoca, Dissídio Jurisprudencial, Preclusão
Case Brief
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Parties
empresa autora/apelante
Apelante
parte ré
Apelada
Graziely Fernandes Barbosa
Promissária Compradora
Paulo Sousa Lino
Proprietário
Condomínio Lozandes Corporate Design (Trade Tower II)
Condomínio
Procedural Posture
Agravo / Decisão Em Agravo Contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial (negação De Provimento Ao Agravo)
Legal Issues
- 1 se a promitente vendedora pode ser responsabilizada pelas despesas condominiais quando houver promessa de compra e venda não registrada
- 2 momento em que surge a obrigação do promissário comprador de pagar despesas condominiais (imissão na posse e ciência inequívoca)
- 3 demonstração do dissídio jurisprudencial nos termos do art. 1.029, §1º do CPC/2015 e do RISTJ
Ratio Decidendi
O agravo foi negado provimento porque a parte agravante não demonstrou o dissídio jurisprudencial nos termos exigidos (art. 1.029, §1º do CPC/2015 e normas do RISTJ) e porque, no caso concreto, o Tribunal de origem comprovou que o promissário comprador exerceu a posse e que o condomínio teve ciência inequívoca da transação, afastando a legitimidade passiva da promitente vendedora para o período discutido, em conformidade com o precedente representativo REsp nº 1.345.331/RS; ademais, há óbices processuais (Súmulas 7, 83 e 284/STF) que impedem provimento do recurso.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo
- Intimem-se
Full Case Text
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