REsp 2158619 - DECISAO
O tempo de prisão provisória deve ser considerado como pena cumprida para fins de satisfação do requisito objetivo da progressão de regime e demais benefícios, aplicando-se o critério mais favorável ao apenado; assim, não há violação ao art. 42 do CP ao computar tal período para progressão, motivo pelo qual se nega provimento ao recurso especial.
- Parties
- Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO; Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado (acórdão recorrido)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 October 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento
- Outcome
- conheço e nego provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Detração Penal, Progressão De Regime, Cômputo De Pena, Prisão Provisória
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado (acórdão recorrido)
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento
Legal Issues
- 1 Se o período de prisão provisória deve ser abatido do total da pena privativa de liberdade a ser cumprida ou considerado como tempo cumprido para fins de progressão de regime
- 2 Aplicação do art. 42 do CP e interação com art. 387, § 2º do CPP e dispositivos da LEP
Ratio Decidendi
O tempo de prisão provisória deve ser considerado como pena cumprida para fins de satisfação do requisito objetivo da progressão de regime e demais benefícios, aplicando-se o critério mais favorável ao apenado; assim, não há violação ao art. 42 do CP ao computar tal período para progressão, motivo pelo qual se nega provimento ao recurso especial.
Court Disposition
conheço e nego provimento ao recurso especial
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment