AREsp 2549696 - DECISAO
Reconsiderada a decisão de relatoria para examinar o agravo em recurso especial, o relator concluiu que o acórdão do Tribunal a quo deixou de aplicar a detração motivadamente por ausência de informações precisas sobre o tempo de prisão cautelar relativo ao crime nos autos e corretamente consignou a competência concorrente do juízo das execuções para apreciar a detração; não houve reformatio in pejus. Diante do entendimento consolidado e da insuficiência das premissas recursais, conheceu-se do agravo em recurso especial e negou-se provimento ao recurso especial (com base no art. 253, parágrafo único, inciso II, alínea b, do RISTJ), aplicando-se entendimento dominante e Súmula 568/STJ.
- Parties
- Agravante: FABRICIO PEREIRA DOS SANTOS; Parecer: Ministério Público Federal; Contrarrazões: Ministério Público do Estado de São Paulo
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 March 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental / Reconsideração Da Decisão De Relatoria E Exame Do Agravo Em Recurso Especial, Com Decisão Monocrática Conhecendo E Negando Provimento Ao Recurso Especial
- Outcome
- Reconsiderada a decisão anterior; conhecido o agravo em recurso especial e negado provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Detração Penal, Regime Inicial De Cumprimento De Pena, Prisão Cautelar, Competência Do Juízo Das Execuções, Súmula 182/stj, Súmula 7/stj, Art. 387, § 2º Do CPP, Lei N. 12.736/2012
Case Brief
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Parties
FABRICIO PEREIRA DOS SANTOS
Agravante
Ministério Público Federal
Parecer
Ministério Público do Estado de São Paulo
Contrarrazões
Procedural Posture
Agravo Regimental / Reconsideração Da Decisão De Relatoria E Exame Do Agravo Em Recurso Especial, Com Decisão Monocrática Conhecendo E Negando Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se o tempo de prisão cautelar deveria ter sido detraído pelo juízo sentenciante para fins de determinação do regime inicial
- 2 Se a ausência de informação sobre o tempo de prisão cautelar autoriza o reconhecimento da competência do juízo das execuções para realizar a detração
- 3 Se houve reformatio in pejus com a decisão do Tribunal a quo
Ratio Decidendi
Reconsiderada a decisão de relatoria para examinar o agravo em recurso especial, o relator concluiu que o acórdão do Tribunal a quo deixou de aplicar a detração motivadamente por ausência de informações precisas sobre o tempo de prisão cautelar relativo ao crime nos autos e corretamente consignou a competência concorrente do juízo das execuções para apreciar a detração; não houve reformatio in pejus. Diante do entendimento consolidado e da insuficiência das premissas recursais, conheceu-se do agravo em recurso especial e negou-se provimento ao recurso especial (com base no art. 253, parágrafo único, inciso II, alínea b, do RISTJ), aplicando-se entendimento dominante e Súmula 568/STJ.
Court Disposition
Reconsiderada a decisão anterior; conhecido o agravo em recurso especial e negado provimento ao recurso especial.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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