EREsp 1909136 - ACORDAO
O agravo interno foi desprovido porque o tribunal de origem motivou adequadamente sua decisão, não configurando omissão ou deficiência de fundamentação que autorizasse reforma; parte das matérias federais suscitadas não foram especificamente prequestionadas, incidindo a Súmula 211/STJ; a jurisprudência da Terceira Turma firmou que, no seguro de vida em grupo, o dever de informação prévia ao segurado é do estipulante e não da seguradora; e o reexame de cláusulas contratuais e do conjunto fático-probatório para afastar a conclusão sobre conhecimento das cláusulas restritivas é vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7/STJ, razão pela qual o pedido de reforma foi mantido improcedente.
- Parties
- Agravante: DILSO DA LUZ BORGES VIEIRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Acórdão
- Outcome
- Agravo interno não provido; negado provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Dever De Informação, Cláusulas Restritivas, Prequestionamento, Súmula 211/stj, Súmulas 5 E 7/stj, Interpretação De Cláusulas Contratuais, Indenização Por Invalidez, Seguro De Vida Em Grupo
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
DILSO DA LUZ BORGES VIEIRA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Acórdão
Legal Issues
- 1 alegada violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015 (deficiência de fundamentação e omissões)
- 2 prequestionamento insuficiente e incidência da Súmula 211/STJ
- 3 definição de quem tem o dever de informação em seguro de vida em grupo (estipulante x seguradora)
Ratio Decidendi
O agravo interno foi desprovido porque o tribunal de origem motivou adequadamente sua decisão, não configurando omissão ou deficiência de fundamentação que autorizasse reforma; parte das matérias federais suscitadas não foram especificamente prequestionadas, incidindo a Súmula 211/STJ; a jurisprudência da Terceira Turma firmou que, no seguro de vida em grupo, o dever de informação prévia ao segurado é do estipulante e não da seguradora; e o reexame de cláusulas contratuais e do conjunto fático-probatório para afastar a conclusão sobre conhecimento das cláusulas restritivas é vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7/STJ, razão pela qual o pedido de reforma foi mantido improcedente.
Court Disposition
Agravo interno não provido; negado provimento ao recurso especial.
Orders
- Agravo interno não provido
- Negar provimento ao recurso especial
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment