AREsp 1726908 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e decidiu-se não conhecer do recurso especial porque a jurisprudência desta Corte consolidou que, em seguro de vida coletivo em grupo, o dever de informação prévia sobre cláusulas limitativas cabe ao estipulante; a instância de origem concluiu que não houve ofensa ao direito de informação e que a apólice permitia a redução proporcional da indenização em caso de invalidez parcial; ademais, o dissídio jurisprudencial não foi demonstrado nos termos exigidos e havia óbices das Súmulas 5 e 7 do STJ ao reexame da matéria fático-probatória.
- Parties
- Agravante: MARINEIDE APARECIDA MARSCHALL FELLER; Recorrido: Tribunal de Justiça de Santa Catarina
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Agravo Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial
- Legal Topics
- Dever De Informação, Seguro De Vida Em Grupo, Cláusula Limitativa, Indenização Por Invalidez Parcial, Dissídio Jurisprudencial, Súmulas 5 E 7/stj
Case Brief
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Parties
MARINEIDE APARECIDA MARSCHALL FELLER
Agravante
Tribunal de Justiça de Santa Catarina
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Agravo Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Quem tem o dever de informar o segurado em contrato de seguro de vida em grupo
- 2 Aplicabilidade de tabela redutiva para indenização em caso de invalidez parcial
- 3 Interpretação do contrato em favor do consumidor e validade de cláusulas limitativas
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e decidiu-se não conhecer do recurso especial porque a jurisprudência desta Corte consolidou que, em seguro de vida coletivo em grupo, o dever de informação prévia sobre cláusulas limitativas cabe ao estipulante; a instância de origem concluiu que não houve ofensa ao direito de informação e que a apólice permitia a redução proporcional da indenização em caso de invalidez parcial; ademais, o dissídio jurisprudencial não foi demonstrado nos termos exigidos e havia óbices das Súmulas 5 e 7 do STJ ao reexame da matéria fático-probatória.
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