AREsp 2484036 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos porque não há omissão, contradição, obscuridade ou erro material no acórdão recorrido; o embargante apenas busca reanálise de questões fático-probatórias e de interpretação contratual já apreciadas pela Corte de origem, providências vedadas em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, e a decisão regional concluiu que o recorrente tinha conhecimento das exigências contratuais e que estas não eram abusivas.
- Parties
- Embargante/autor: Carlos Augusto Bim; Embargada/ré: Consórcio Nacional Volkswagen Ltda.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 December 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Rejeição Dos Embargos De Declaração (decisão)
- Outcome
- Rejeitados os embargos de declaração.
- Legal Topics
- Dever De Informar, Abusividade De Cláusulas Contratuais, Omissão E Contradição Em Acórdão, Súmulas 5 E 7 Do STJ, Embargos De Declaração
Case Brief
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Parties
Carlos Augusto Bim
Embargante/autor
Consórcio Nacional Volkswagen Ltda.
Embargada/ré
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Rejeição Dos Embargos De Declaração (decisão)
Legal Issues
- 1 Existência de omissão ou contradição no acórdão recorrido
- 2 Descumprimento do dever de informar pelo consórcio/fornecedor
- 3 Abusividade das exigências contratuais para liberação da carta de crédito
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque não há omissão, contradição, obscuridade ou erro material no acórdão recorrido; o embargante apenas busca reanálise de questões fático-probatórias e de interpretação contratual já apreciadas pela Corte de origem, providências vedadas em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, e a decisão regional concluiu que o recorrente tinha conhecimento das exigências contratuais e que estas não eram abusivas.
Court Disposition
Rejeitados os embargos de declaração.
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte de que a reiteração de embargos de declaração sobre a mesma matéria poderá ser considerada manifestamente protelatória, com imposição da multa de 2% sobre o valor atualizado da causa (art. 1.026, § 2º, do CPC).
Full Case Text
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