REsp 2229065 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o agravante apenas reiterou argumentos já analisados sem trazer novos fundamentos (incidência da Súmula 182/STJ); não demonstrou analiticamente o dissídio jurisprudencial nos termos processuais exigidos (CPC art.1.029 e RISTJ art.255 §1º); matéria constitucional suscitada não é adequada ao recurso especial (competência do STF, art.102, III); e o Tribunal a quo agiu em conformidade com a jurisprudência do STJ ao considerar condenação anterior, mesmo com trânsito em julgado posterior, como maus antecedentes (Súmula 83/STJ e precedentes).
- Parties
- Agravante: CHARLES RODRIGO DE LIMA SILVA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 November 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sessão Virtual 13/11/2025 a 19/11/2025)
- Legal Topics
- Dissídio Jurisprudencial, Dosimetria, Maus Antecedentes, Inabilitação Para Dirigir, Competência Do STF, Súmula 83/stj, Súmula 182/stj
Case Brief
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Parties
CHARLES RODRIGO DE LIMA SILVA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sessão Virtual 13/11/2025 a 19/11/2025)
Legal Issues
- 1 Se a quantidade de cigarros pode ser considerada circunstância do crime para exasperação da pena-base
- 2 Se a inabilitação para dirigir ofende princípios constitucionais (dignidade da pessoa humana e direito ao trabalho) e se tal matéria é adequada ao recurso especial
- 3 Se condenação anterior por fato anterior ao crime em julgamento, cujo trânsito em julgado ocorreu posteriormente, pode ser considerada maus antecedentes
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o agravante apenas reiterou argumentos já analisados sem trazer novos fundamentos (incidência da Súmula 182/STJ); não demonstrou analiticamente o dissídio jurisprudencial nos termos processuais exigidos (CPC art.1.029 e RISTJ art.255 §1º); matéria constitucional suscitada não é adequada ao recurso especial (competência do STF, art.102, III); e o Tribunal a quo agiu em conformidade com a jurisprudência do STJ ao considerar condenação anterior, mesmo com trânsito em julgado posterior, como maus antecedentes (Súmula 83/STJ e precedentes).
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