AREsp 2514202 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e deu-se parcial provimento ao recurso especial apenas para corrigir a segunda etapa da dosimetria: determinou-se que a condenação que gerou a reincidência, utilizada indevidamente também na segunda fase pela Corte a quo, seja compensada integralmente pela atenuante da menoridade relativa, de modo que a pena intermediária permaneça no patamar da pena-base (4 anos e 6 meses de reclusão); não se admitiu redução da pena abaixo do mínimo legal em razão da basilar já ter sido majorada pelos antecedentes; manteve-se o regime inicial fechado.
- Parties
- Agravante/recorrente: LUCAS GOMES DE SOUZA; Órgão Que Proferiu a Decisão Agravada: Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás; Interviniente/parecerista: Ministério Público Federal; Vítima: Valdevino Márcio da Cunha Neto
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade Do Recurso Especial/dosimetria Da Pena
- Legal Topics
- Dosimetria Da Pena, Menoridade Relativa, Reincidência, Bis in Idem, Regime Inicial De Cumprimento De Pena, Súmula 231/stj
Case Brief
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Parties
LUCAS GOMES DE SOUZA
Agravante/recorrente
Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
Órgão Que Proferiu a Decisão Agravada
Ministério Público Federal
Interviniente/parecerista
Valdevino Márcio da Cunha Neto
Vítima
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade Do Recurso Especial/dosimetria Da Pena
Legal Issues
- 1 Compensação entre a agravante da reincidência e a atenuante da menoridade relativa
- 2 Aplicabilidade da Súmula 231/STJ quanto à redução da pena abaixo do mínimo legal
- 3 Possibilidade de revisão da dosimetria da pena em sede de recurso especial sem reexame probatório
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e deu-se parcial provimento ao recurso especial apenas para corrigir a segunda etapa da dosimetria: determinou-se que a condenação que gerou a reincidência, utilizada indevidamente também na segunda fase pela Corte a quo, seja compensada integralmente pela atenuante da menoridade relativa, de modo que a pena intermediária permaneça no patamar da pena-base (4 anos e 6 meses de reclusão); não se admitiu redução da pena abaixo do mínimo legal em razão da basilar já ter sido majorada pelos antecedentes; manteve-se o regime inicial fechado.
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