AREsp 2618022 - DECISAO
Conheceu-se do agravo de Eduardo para analisar o recurso especial e negou-se seu provimento: a colaboração premiada não gera direito subjetivo ao perdão judicial, a majoração da pena com base no elevado proveito ilícito (R$ 530.000,00) é justificável, e integração da condição de agente público ao tipo penal impede sua valoração como circunstância judicial separada; quanto aos agravantes Luís e Ronilson, não se conheceu dos agravos por ausência de impugnação específica e suficiente dos fundamentos que motivaram a inadmissibilidade (incidência das Súmulas 284/STF, 7/STJ e analogia da Súmula 182/STJ).
- Parties
- Agravante: EDUARDO HORLE BARCELLOS; Agravante: LUÍS ALEXANDRE CARDOSO DE MAGALHÃES; Agravante: RONILSON BEZERRA RODRIGUES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade E Julgamento De Agravos Em Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo de Eduardo Horle Barcellos e nego provimento ao recurso especial; não conheço dos agravos em recurso especial de Luís Alexandre Cardoso de Magalhães e Ronilson Bezerra Rodrigues.
- Legal Topics
- Dosimetria Da Pena, Colaboração Premiada, Perdão Judicial, Inadmissibilidade De Recurso Especial, Súmulas 284/stf, 7/stj E 182/stj, Súmula 444/stj, Consequências Do Crime, Substituição Da Pena Por Restritivas De Direitos, Fixação Do Regime Inicial
Case Brief
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Parties
EDUARDO HORLE BARCELLOS
Agravante
LUÍS ALEXANDRE CARDOSO DE MAGALHÃES
Agravante
RONILSON BEZERRA RODRIGUES
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade E Julgamento De Agravos Em Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se a participação em colaboração premiada gera direito subjetivo ao perdão judicial
- 2 Se a valoração das consequências do crime poderá exasperar a pena quando o prejuízo ao erário for expressivo
- 3 Se é admissível agravar a pena-base com fundamento em inquéritos policiais e ações em curso
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo de Eduardo para analisar o recurso especial e negou-se seu provimento: a colaboração premiada não gera direito subjetivo ao perdão judicial, a majoração da pena com base no elevado proveito ilícito (R$ 530.000,00) é justificável, e integração da condição de agente público ao tipo penal impede sua valoração como circunstância judicial separada; quanto aos agravantes Luís e Ronilson, não se conheceu dos agravos por ausência de impugnação específica e suficiente dos fundamentos que motivaram a inadmissibilidade (incidência das Súmulas 284/STF, 7/STJ e analogia da Súmula 182/STJ).
Court Disposition
Conheço do agravo de Eduardo Horle Barcellos e nego provimento ao recurso especial; não conheço dos agravos em recurso especial de Luís Alexandre Cardoso de Magalhães e Ronilson Bezerra Rodrigues.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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