AREsp 3062282 - DECISAO

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O Tribunal concluiu que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo fundamentou adequadamente a dosimetria e a aplicação sucessiva das majorantes com base em elementos concretos do caso (número de agentes, modus operandi, uso de armas), que o reconhecimento de continuidade delitiva entre roubo e latrocínio tentado não se justifica por se tratarem de crimes de espécies distintas, e que a revisão dessas conclusões implicaria reexame de provas vedado pela Súmula 7 do STJ; por isso conheceu do agravo e não conheceu do recurso especial com fundamento no art. 932, III, CPC.

Parties
Agravante: RICKSON TEIXEIRA BRANDAO; Co Réu: Arthur Henrique Costa Almeida; Ministério Público: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
18 November 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecido Do Agravo E Não Conhecido Do Recurso Especial (art. 932, Iii, Cpc)
Legal Topics
Dosimetria Da Pena, Concurso De Agentes, Emprego De Arma De Fogo, Continuidade Delitiva, Reexame De Provas, Súmulas

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Parties

RICKSON TEIXEIRA BRANDAO

Agravante

Arthur Henrique Costa Almeida

Co Réu

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Ministério Público

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Conhecido Do Agravo E Não Conhecido Do Recurso Especial (art. 932, Iii, Cpc)

  1. 1 violação ao art. 59 do Código Penal (dosimetria da pena)
  2. 2 violação ao art. 68 do Código Penal (aplicação sucessiva de majorantes)
  3. 3 violação ao art. 71 do Código Penal (reconhecimento de continuidade delitiva)

Ratio Decidendi

O Tribunal concluiu que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo fundamentou adequadamente a dosimetria e a aplicação sucessiva das majorantes com base em elementos concretos do caso (número de agentes, modus operandi, uso de armas), que o reconhecimento de continuidade delitiva entre roubo e latrocínio tentado não se justifica por se tratarem de crimes de espécies distintas, e que a revisão dessas conclusões implicaria reexame de provas vedado pela Súmula 7 do STJ; por isso conheceu do agravo e não conheceu do recurso especial com fundamento no art. 932, III, CPC.