REsp 2234924 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal estadual corretamente considerou que, à data da sentença (14/03/2024), as condenações invocadas para agravar a pena não haviam transitado em julgado e, portanto, não poderiam ser utilizadas como maus antecedentes nem para configurar reincidência, de modo que o acusado era primário e preencheu os requisitos para o reconhecimento do tráfico privilegiado (art. 33, §4º, Lei 11.343/2006); assim manteve-se a aplicação do privilégio e a reforma pretendida pelo recorrente não procedeu, nos termos do art. 255, §4º, II, do Regimento Interno do STJ.
- Parties
- Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL; Recorrido: Hadryan; Corré: Carina
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 November 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Final Pedido Negado)
- Outcome
- nego provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Dosimetria Da Pena, Tráfico Privilegiado (art. 33, §4º, Lei 11.343/2006), Habeas Corpus De Ofício, Revisão Criminal, Maus Antecedentes, Reincidência
Case Brief
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Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Recorrente
Hadryan
Recorrido
Carina
Corré
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Final Pedido Negado)
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade da minorante do art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006 quando condenações anteriores tiveram trânsito em julgado posterior à sentença;
- 2 Utilização de condenações ou ações penais sem trânsito em julgado como maus antecedentes na dosimetria;
- 3 Possibilidade de concessão de habeas corpus de ofício no âmbito de revisão criminal
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal estadual corretamente considerou que, à data da sentença (14/03/2024), as condenações invocadas para agravar a pena não haviam transitado em julgado e, portanto, não poderiam ser utilizadas como maus antecedentes nem para configurar reincidência, de modo que o acusado era primário e preencheu os requisitos para o reconhecimento do tráfico privilegiado (art. 33, §4º, Lei 11.343/2006); assim manteve-se a aplicação do privilégio e a reforma pretendida pelo recorrente não procedeu, nos termos do art. 255, §4º, II, do Regimento Interno do STJ.
Court Disposition
nego provimento ao recurso especial
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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