REsp 1921621 - DECISAO
A decisão recorrido rejeitou os embargos à execução sem extinguir a fase executória, possuindo natureza interlocutória; assim, a via recursal adequada é o agravo de instrumento, não a apelação, sendo incabível a aplicação da fungibilidade recursal, motivo pelo qual se nega provimento ao recurso especial.
- Parties
- Recorrente: ESTADO DO PARÁ; Embargada/exequente: empresa embargada
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 March 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Final No STJ (nego Provimento Ao Recurso Especial)
- Outcome
- Nego provimento ao Recurso Especial
- Legal Topics
- Embargos À Execução, Apelação, Agravo De Instrumento, Fungibilidade Recursal, Decisão Interlocutória, Cumprimento De Sentença, RPV
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
ESTADO DO PARÁ
Recorrente
empresa embargada
Embargada/exequente
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Final No STJ (nego Provimento Ao Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 Cabimento de apelação contra decisão que rejeita embargos à execução sem extinguir a execução
- 2 Aplicabilidade do princípio da fungibilidade recursal em caso de erro na escolha do recurso
- 3 Natureza jurídica de decisão que não põe fim à fase executória
Ratio Decidendi
A decisão recorrido rejeitou os embargos à execução sem extinguir a fase executória, possuindo natureza interlocutória; assim, a via recursal adequada é o agravo de instrumento, não a apelação, sendo incabível a aplicação da fungibilidade recursal, motivo pelo qual se nega provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Nego provimento ao Recurso Especial
Orders
- Nego provimento ao Recurso Especial, com fundamento no art. 255, § 4º, II, do RISTJ.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment