AREsp 2539159 - DECISAO

AREsp 2539159 - DECISAO

Conheceu-se do agravo e, quanto ao mérito, negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem fundamentou de forma suficiente suas conclusões de fato e de direito: as pessoas físicas eram avalistas e não consumidores finais; não houve demonstração de hipossuficiência da pessoa jurídica; estavam juntados aos autos os documentos necessários; inexiste prova mínima de vinculação entre as cédulas de crédito bancário que autorizasse revisão de contratos anteriores ou conexão entre execuções; assim, o Código de Defesa do Consumidor e a inversão do ônus da prova não eram aplicáveis no caso concreto.

Parties
Agravante/recorrente: IVAN MISAEL; Agravante/recorrente: MARGARETEDA SILVA BARROS; Recorrido/exequente: Banco autor
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
06 May 2024
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça
Outcome
Conheço do agravo e, na extensão conhecida, nego provimento ao recurso especial.
Legal Topics
Embargos À Execução, Inversão Do Ônus Da Prova, Hipossuficiência Do Consumidor, Revisão De Contratos Anteriores, Conexão Entre Execuções, Cédula De Crédito Bancário, Omissão/contradição/ontoria De Fundamentação

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Authorities cited 10 Party arguments 2 Amounts and remedies 2
Sign in to unlock

Parties

IVAN MISAEL

Agravante/recorrente

MARGARETEDA SILVA BARROS

Agravante/recorrente

Banco autor

Recorrido/exequente

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça

  1. 1 admissibilidade do recurso especial
  2. 2 aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor
  3. 3 possibilidade de inversão do ônus da prova

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e, quanto ao mérito, negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem fundamentou de forma suficiente suas conclusões de fato e de direito: as pessoas físicas eram avalistas e não consumidores finais; não houve demonstração de hipossuficiência da pessoa jurídica; estavam juntados aos autos os documentos necessários; inexiste prova mínima de vinculação entre as cédulas de crédito bancário que autorizasse revisão de contratos anteriores ou conexão entre execuções; assim, o Código de Defesa do Consumidor e a inversão do ônus da prova não eram aplicáveis no caso concreto.

Court Disposition

Conheço do agravo e, na extensão conhecida, nego provimento ao recurso especial.

Orders

  • Conhecer do agravo
  • Conhecer parcialmente do recurso especial