EREsp 1736452 - ACORDAO
Foram acolhidos parcialmente os embargos de declaração para corrigir erros materiais expressos no acórdão (correção da data de celebração do contrato para 31/05/2006 e correção da transcrição normativa que se refere ao art. 393, parágrafo único, do CC/02), ficando mantidos os demais fundamentos do aresto: não houve omissão ou obscuridade que justificasse modificação, a elevação do preço não configurou força maior, não houve cerceamento de defesa nem prova de má-fé apta a autorizar a multa do art. 940 do CC/02, e o termo inicial dos juros de mora relativos à cláusula penal foi fixado conforme a resolução do contrato determinada pelo TJ/SP (01/06/2007).
- Parties
- Embargante: COENERGY COMERCIALIZADORA DE ENERGIA LTDA; Embargado: VOTENER-VOTORANTIM COMERCIALIZADORA DE ENERGIA LTDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 August 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração Em Recurso Especial / Decisão (acolhidos Parcialmente)
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Omissão, Obscuridade, Erro Material, Cláusula Penal, Força Maior, Cerceamento De Defesa, Juros Moratórios, Honorários Sucumbenciais, Multa Do Art. 940 Do Cc/02, Correção Monetária
Case Brief
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Parties
COENERGY COMERCIALIZADORA DE ENERGIA LTDA
Embargante
VOTENER-VOTORANTIM COMERCIALIZADORA DE ENERGIA LTDA
Embargado
Procedural Posture
Embargos De Declaração Em Recurso Especial / Decisão (acolhidos Parcialmente)
Legal Issues
- 1 existência de erro material no acórdão (data do contrato e referência normativa)
- 2 existência de omissão quanto ao termo inicial da correção monetária e dos juros sobre honorários sucumbenciais
- 3 incidência de juros moratórios sobre o valor da multa (cláusula penal)
Ratio Decidendi
Foram acolhidos parcialmente os embargos de declaração para corrigir erros materiais expressos no acórdão (correção da data de celebração do contrato para 31/05/2006 e correção da transcrição normativa que se refere ao art. 393, parágrafo único, do CC/02), ficando mantidos os demais fundamentos do aresto: não houve omissão ou obscuridade que justificasse modificação, a elevação do preço não configurou força maior, não houve cerceamento de defesa nem prova de má-fé apta a autorizar a multa do art. 940 do CC/02, e o termo inicial dos juros de mora relativos à cláusula penal foi fixado conforme a resolução do contrato determinada pelo TJ/SP (01/06/2007).
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