AREsp 1919209 - DECISAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum embargado; o STJ pode reexaminar a tempestividade/admissibilidade do recurso especial independentemente da certificação do tribunal de origem; a suspensão de prazos por instância de origem fora do período fixado pelo CNJ deveria ter sido comprovada no momento da interposição do recurso; assim, não há vício sanável por embargos.
- Parties
- Embargantes: LUCIANO FLORES DE MENEZES e OUTROS; Embargada: parte embargada
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 September 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Julgamento Dos Embargos De Declaração (decisão)
- Outcome
- Rejeitados os embargos de declaração
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Tempestividade, Suspensão De Prazos Processuais, Recurso Especial Pressupostos De Admissibilidade, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
LUCIANO FLORES DE MENEZES e OUTROS
Embargantes
parte embargada
Embargada
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Julgamento Dos Embargos De Declaração (decisão)
Legal Issues
- 1 temporalidade/tempestividade do recurso
- 2 admissibilidade do recurso especial
- 3 existência de omissão, obscuridade, contradição ou erro material nos embargos
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum embargado; o STJ pode reexaminar a tempestividade/admissibilidade do recurso especial independentemente da certificação do tribunal de origem; a suspensão de prazos por instância de origem fora do período fixado pelo CNJ deveria ter sido comprovada no momento da interposição do recurso; assim, não há vício sanável por embargos.
Court Disposition
Rejeitados os embargos de declaração
Orders
- Rejeitam-se os embargos de declaração
- Advirte-se que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porquanto os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC)
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