AREsp 1946966 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos de declaração porque não se verificaram obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum embargado, sendo incabível o uso dos aclaratórios para rediscutir matéria já apreciada; ademais, o STJ detém competência para reexaminar a tempestividade e demais pressupostos de admissibilidade do recurso especial independentemente de certidão de tempestividade nos autos.
- Parties
- Embargante: ANTONIO MAROJA GUEDES FILHO; Embargante: OUTRO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 October 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Oposição De Embargos De Declaração Contra Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial
- Outcome
- embargos de declaração rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Tempestividade, Pressupostos De Admissibilidade, Multa Por Embargos Protelatórios, Recurso Especial
Case Brief
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Parties
ANTONIO MAROJA GUEDES FILHO
Embargante
OUTRO
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Oposição De Embargos De Declaração Contra Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 tempestividade do recurso especial
- 2 cabimento dos embargos de declaração para sanar omissão, contradição, obscuridade ou erro material
- 3 competência do STJ para reexaminar pressupostos recursais
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos de declaração porque não se verificaram obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum embargado, sendo incabível o uso dos aclaratórios para rediscutir matéria já apreciada; ademais, o STJ detém competência para reexaminar a tempestividade e demais pressupostos de admissibilidade do recurso especial independentemente de certidão de tempestividade nos autos.
Court Disposition
embargos de declaração rejeitados
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
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