AREsp 1921837 - DECISAO

AREsp 1921837 - DECISAO

Os embargos foram rejeitados porque não há obscuridade, omissão, contradição ou erro material a ser sanado; o vício apontado (falta de assinatura da substabelecente no documento de fl. 277) não foi regularizado, sendo a assinatura eletrônica presente a do Dr. Marcos Antônio Inácio da Silva, o que não supre a ausência de assinatura da substabelecente; assim, os embargos não são cabíveis para rediscutir matéria decidida.

Parties
Embargante: IVANOE DE SOUZA NUNES; Embargante: OUTRO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
14 October 2021
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Outcome
Rejeito os embargos de declaração
Legal Topics
Embargos De Declaração, Procuração, Substabelecimento, Assinatura Eletrônica, Recusa De Conhecimento Do Recurso, Multas Por Embargos Protelatórios

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Parties

IVANOE DE SOUZA NUNES

Embargante

OUTRO

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão

  1. 1 Se o substabelecimento juntado foi eletronicamente assinado pela causídica substabelecente
  2. 2 Se havia obscuridade, contradição, omissão ou erro material a ser sanado pelos embargos de declaração
  3. 3 Se o vício relativo à cadeia de procuração/substabelecimento foi sanado

Ratio Decidendi

Os embargos foram rejeitados porque não há obscuridade, omissão, contradição ou erro material a ser sanado; o vício apontado (falta de assinatura da substabelecente no documento de fl. 277) não foi regularizado, sendo a assinatura eletrônica presente a do Dr. Marcos Antônio Inácio da Silva, o que não supre a ausência de assinatura da substabelecente; assim, os embargos não são cabíveis para rediscutir matéria decidida.

Court Disposition

Rejeito os embargos de declaração

Orders

  • Rejeito os embargos de declaração
  • Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).