AREsp 1994180 - DECISAO
Não há omissão a ser suprida; o recurso originário foi considerado deserto por ausência de comprovante de recolhimento das custas após intimação para comprovar hipossuficiência, nos termos da Súmula n. 187 do STJ; aplica-se o CPC/2015 por força do Enunciado Administrativo n. 3 e do princípio tempus regit actum; e eventual concessão de justiça gratuita nesta fase não atinge atos anteriores, de modo que os embargos de declaração são rejeitados e a parte é advertida sobre a multa de 2% prevista no art. 1.026, § 2º, do CPC.
- Parties
- Embargante: ROSILENE MARQUES DA SILVA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 December 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
- Outcome
- Rejeitados os embargos de declaração
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Gratuidade Da Justiça, Admissibilidade Recursal, Tempus Regit Actum, Deserção, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
ROSILENE MARQUES DA SILVA
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
Legal Issues
- 1 omissão quanto à concessão da gratuidade da justiça
- 2 aplicação do Código de Processo Civil de 2015
- 3 deserção do recurso por ausência de comprovação do recolhimento das custas
Ratio Decidendi
Não há omissão a ser suprida; o recurso originário foi considerado deserto por ausência de comprovante de recolhimento das custas após intimação para comprovar hipossuficiência, nos termos da Súmula n. 187 do STJ; aplica-se o CPC/2015 por força do Enunciado Administrativo n. 3 e do princípio tempus regit actum; e eventual concessão de justiça gratuita nesta fase não atinge atos anteriores, de modo que os embargos de declaração são rejeitados e a parte é advertida sobre a multa de 2% prevista no art. 1.026, § 2º, do CPC.
Court Disposition
Rejeitados os embargos de declaração
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
Full Case Text
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