AREsp 1938592 - DECISAO
Rejeitaram‑se os embargos por entender que a decisão embargada analisou as matérias pertinentes à apreciação desta Corte e não padeceu dos vícios apontados (obscuridade, contradição, omissão ou erro material); a invocação da Súmula nº 7 como fundamento para não conhecer do recurso especial foi considerada adequada na hipótese, e os embargos buscavam rediscutir matéria já decidida, o que não é cabível nos embargos declaratórios.
- Parties
- Embargante: LUIS CLAUDIO DA SILVA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 December 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão (rejeição Dos Embargos)
- Outcome
- rejeitados os embargos de declaração
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Súmula Nº 7, Art. 21 E, Inciso V, Regimento Interno Do STJ, Art. 1.022 CPC, Art. 1.026, § 2º CPC, Reexame De Matéria Fática
Case Brief
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Parties
LUIS CLAUDIO DA SILVA
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão (rejeição Dos Embargos)
Legal Issues
- 1 se há omissão, obscuridade, contradição ou erro material a justificar acolhimento dos embargos de declaração
- 2 aplicabilidade da Súmula nº 7 para vedar o reexame do quadro fático e impedir conhecimento do recurso especial
- 3 se a decisão embargada enfrentou suficientemente as questões relevantes sem necessidade de rebater todos os argumentos das partes
Ratio Decidendi
Rejeitaram‑se os embargos por entender que a decisão embargada analisou as matérias pertinentes à apreciação desta Corte e não padeceu dos vícios apontados (obscuridade, contradição, omissão ou erro material); a invocação da Súmula nº 7 como fundamento para não conhecer do recurso especial foi considerada adequada na hipótese, e os embargos buscavam rediscutir matéria já decidida, o que não é cabível nos embargos declaratórios.
Court Disposition
rejeitados os embargos de declaração
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante que a reiteração deste expediente será considerada manifestamente protelatória, sujeitando‑a ao pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa (art. 1.026, § 2º, CPC).
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