AREsp 2463997 - DECISAO

AREsp 2463997 - DECISAO

Os embargos foram rejeitados porque o agravante não impugnou especificamente os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, notadamente a invocação da Súmula 83/STJ, e porque não se verificam obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum embargado; ademais, foi advertida a parte sobre a multa prevista para embargos manifestamente protelatórios (art. 1.026, §2º, CPC).

Parties
Embargante: COMERCIAL NAZARÉ S/A
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
06 February 2024
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos De Declaração
Outcome
rejeitados
Legal Topics
Embargos De Declaração, Agravo Em Recurso Especial, Impugnação Específica, Súmula 83/stj, Preclusão, Multa Por Embargos Protelatórios

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 12 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

COMERCIAL NAZARÉ S/A

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos De Declaração

  1. 1 se houve impugnação específica dos fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial
  2. 2 incidência da Súmula 83/STJ e necessidade de demonstração de superação ou distinção jurisprudencial
  3. 3 cabimento dos embargos de declaração para sanar obscuridade, contradição, omissão ou erro material

Ratio Decidendi

Os embargos foram rejeitados porque o agravante não impugnou especificamente os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, notadamente a invocação da Súmula 83/STJ, e porque não se verificam obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum embargado; ademais, foi advertida a parte sobre a multa prevista para embargos manifestamente protelatórios (art. 1.026, §2º, CPC).

Court Disposition

rejeitados

Orders

  • Embargos de declaração rejeitados.
  • Adverte-se a parte embargante de que a reiteração será considerada manifestamente protelatória e sujeita a multa de 2% sobre o valor atualizado da causa (art. 1.026, § 2º, CPC).