AREsp 1987157 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum impugnado; a alegação de suspensão de prazos não foi comprovada por documento oficial expedido pelo tribunal de origem, conforme exigência jurisprudencial do STJ; além disso, a matéria não comporta rediscussão via embargos e a competência para análise do agravo em recurso especial é do STJ, não sendo o juízo de origem lugar apto para reexaminar a questão além da retratação.
- Parties
- Embargante: CARLOS ROBERTO CARNEIRO MAGALHAES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 December 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Tempestividade, Suspensão De Prazos Processuais, Competência, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
CARLOS ROBERTO CARNEIRO MAGALHAES
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Legal Issues
- 1 Se os embargos de declaração configuram obscuridade, contradição, omissão ou erro material a ser sanado
- 2 Comprovação da suspensão de prazos por ato normativo local e sua exigibilidade
- 3 Competência do tribunal a quo na análise do agravo em recurso especial
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum impugnado; a alegação de suspensão de prazos não foi comprovada por documento oficial expedido pelo tribunal de origem, conforme exigência jurisprudencial do STJ; além disso, a matéria não comporta rediscussão via embargos e a competência para análise do agravo em recurso especial é do STJ, não sendo o juízo de origem lugar apto para reexaminar a questão além da retratação.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
Full Case Text
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