AREsp 2509395 - DECISAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não demonstraram obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum; além disso, a interposição de agravo interno, quando inadequada contra decisão de admissibilidade de recurso especial não submetida ao rito dos repetitivos, não interrompe nem suspende o prazo para interposição do recurso cabível, razão pela qual a alegação de suspensão do prazo pelo agravo interno não prosperou.
- Parties
- Embargante: EDCLECIA LIMA RIBEIRO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 March 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição
- Outcome
- Rejeitados os embargos de declaração.
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Agravo Interno, Recurso Especial, Prazo Processual, Admissibilidade, Art. 1.042 Do CPC, Art. 1.022 Do CPC, Art. 1.003, §5º, Do CPC, Art. 1.026, §2º, Lei Nº 13.256/2016
Case Brief
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Parties
EDCLECIA LIMA RIBEIRO
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição
Legal Issues
- 1 Conhecimento dos embargos de declaração
- 2 Efeito interruptivo ou suspensivo do agravo interno sobre o prazo para interposição de recurso especial
- 3 Aplicabilidade do art. 1.042 do CPC quanto à interposição de agravo interno
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não demonstraram obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum; além disso, a interposição de agravo interno, quando inadequada contra decisão de admissibilidade de recurso especial não submetida ao rito dos repetitivos, não interrompe nem suspende o prazo para interposição do recurso cabível, razão pela qual a alegação de suspensão do prazo pelo agravo interno não prosperou.
Court Disposition
Rejeitados os embargos de declaração.
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
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