REsp 2167634 - DECISAO

REsp 2167634 - DECISAO

Os embargos de declaração foram rejeitados porque não apontaram obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum; limitaram-se a rediscutir o mérito sem estabelecer conexão com os fundamentos da decisão de não conhecimento, violando o princípio da dialeticidade, motivo pelo qual não há vício sanável e aplica-se advertência sobre possível multa futura.

Parties
Embargante: ANTONIO MARIANO DO ROSARIO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
26 April 2024
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição De Embargos De Declaração
Outcome
Embargos de declaração rejeitados
Legal Topics
Embargos De Declaração, Omissão, Obscuridade, Contradição, Erro Material, Aposentadoria Por Invalidez, Acidente De Trabalho, Multas Por Embargos Protelatórios

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 3 Party arguments 1 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

ANTONIO MARIANO DO ROSARIO

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição De Embargos De Declaração

  1. 1 Cabimento dos embargos de declaração diante de decisão de não conhecimento do recurso
  2. 2 Existência de omissão, obscuridade, contradição ou erro material no acórdão atacado
  3. 3 Aplicação de multa por embargos manifestamente protelatórios

Ratio Decidendi

Os embargos de declaração foram rejeitados porque não apontaram obscuridade, contradição, omissão ou erro material no decisum; limitaram-se a rediscutir o mérito sem estabelecer conexão com os fundamentos da decisão de não conhecimento, violando o princípio da dialeticidade, motivo pelo qual não há vício sanável e aplica-se advertência sobre possível multa futura.

Court Disposition

Embargos de declaração rejeitados

Orders

  • Rejeito os embargos de declaração.
  • Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).