AREsp 2561820 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material a ser sanado; o agravo em recurso especial não impugnou de forma específica os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, conforme exigência do RISTJ, e a impugnação desses fundamentos deveria ter sido feita no agravo, sob pena de preclusão; a tentativa de rediscutir matéria já decidida não é cabível por embargos de declaração.
- Parties
- Embargante: ANA LUCIA CAVALCANTI DE ARAUJO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 May 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição
- Outcome
- rejeição dos embargos de declaração
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Agravo Em Recurso Especial, Admissibilidade De Recurso Especial, Preclusão, Multa Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
ANA LUCIA CAVALCANTI DE ARAUJO
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição
Legal Issues
- 1 cabimento dos embargos de declaração para suprir omissão/contradição/obscuridade/erro material
- 2 exigência de impugnação específica dos fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial
- 3 momento processual adequado para impugnar a decisão que não admite recurso especial
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque não há obscuridade, contradição, omissão ou erro material a ser sanado; o agravo em recurso especial não impugnou de forma específica os fundamentos da decisão que não admitiu o recurso especial, conforme exigência do RISTJ, e a impugnação desses fundamentos deveria ter sido feita no agravo, sob pena de preclusão; a tentativa de rediscutir matéria já decidida não é cabível por embargos de declaração.
Court Disposition
rejeição dos embargos de declaração
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante sobre a reiteração deste expediente, sob pena de pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos versando sobre o mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do Código de Processo Civil).
Full Case Text
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