AREsp 1967220 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos de declaração por inexistirem omissão, contradição ou erro material no decisum embargado; a decisão de reconsideração monocrática está amparada no art. 258, § 3º, do RISTJ; a declaração de nulidade por ausência de intimação pessoal prejudica a análise das demais questões, de modo que teses novas (ANPP, deficiência da defesa técnica) configuram inovação recursal e não podem ser conhecidas nesta via; ademais, não há erro quanto ao retorno dos autos ao TRF-2, pois o tribunal regional analisou o recurso extraordinário.
- Parties
- Embargante: Paulo Jorge Lago Scaramello
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 August 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração Em Agravo Regimental Em Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Embargos De Declaração Decorrentes De Reconsideração Monocrática
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Nulidade Por Ausência De Intimação Pessoal, Deficiência De Defesa Técnica, Acordo De Não Persecução Penal (anpp), Inovação Recursal, Juízo De Retratação, Retorno Dos Autos Ao TRF 2, Omissão, Contradição, Erro Material
Case Brief
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Parties
Paulo Jorge Lago Scaramello
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração Em Agravo Regimental Em Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Embargos De Declaração Decorrentes De Reconsideração Monocrática
Legal Issues
- 1 Se houve omissão na análise das teses relativas à deficiência da defesa técnica e à retroatividade do ANPP
- 2 Se houve contradição ou erro material no juízo de retratação parcial e no não retorno dos autos ao TRF-2
- 3 Se é admissível a análise, em embargos de declaração, de novas teses recursais não ventiladas anteriormente
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos de declaração por inexistirem omissão, contradição ou erro material no decisum embargado; a decisão de reconsideração monocrática está amparada no art. 258, § 3º, do RISTJ; a declaração de nulidade por ausência de intimação pessoal prejudica a análise das demais questões, de modo que teses novas (ANPP, deficiência da defesa técnica) configuram inovação recursal e não podem ser conhecidas nesta via; ademais, não há erro quanto ao retorno dos autos ao TRF-2, pois o tribunal regional analisou o recurso extraordinário.
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