REsp 1908738 - ACORDAO
Rejeitaram-se os embargos de declaração por ausência de omissão, contradição ou obscuridade no acórdão embargado; a insurgência das embargantes busca reformar o julgado indevidamente; o acórdão já decidiu que as concessionárias respondem objetivamente por acidentes causados por animais nas pistas, aplicando-se o CDC e a Lei das Concessões, fundamentando-se na teoria do risco administrativo; e a modulação dos efeitos foi considerada desnecessária por não haver alteração da jurisprudência dominante.
- Parties
- Embargante: CONCESSIONÁRIAS DAS RODOVIAS AYRTON SENNA E CARVALHO PINTO S/A - ECOPISTAS; Embargante: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONCESSIONÁRIAS DE RODOVIAS - ABCR
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 November 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração No Recurso Especial (ritual Dos Repetitivos, Tema 1.122) / Julgamento Pela Corte Especial (sessão Virtual 06/11/2024 a 12/11/2024)
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Responsabilidade Objetiva De Concessionárias, Teoria Do Risco Administrativo, Modulação De Efeitos, Dever De Prevenção E Fiscalização, Tema 1.122, Tema 366
Case Brief
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Parties
CONCESSIONÁRIAS DAS RODOVIAS AYRTON SENNA E CARVALHO PINTO S/A - ECOPISTAS
Embargante
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONCESSIONÁRIAS DE RODOVIAS - ABCR
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração No Recurso Especial (ritual Dos Repetitivos, Tema 1.122) / Julgamento Pela Corte Especial (sessão Virtual 06/11/2024 a 12/11/2024)
Legal Issues
- 1 Existência de omissão, contradição ou obscuridade no acórdão embargado
- 2 Necessidade de modulação dos efeitos da decisão
- 3 Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor e da Lei das Concessões
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos de declaração por ausência de omissão, contradição ou obscuridade no acórdão embargado; a insurgência das embargantes busca reformar o julgado indevidamente; o acórdão já decidiu que as concessionárias respondem objetivamente por acidentes causados por animais nas pistas, aplicando-se o CDC e a Lei das Concessões, fundamentando-se na teoria do risco administrativo; e a modulação dos efeitos foi considerada desnecessária por não haver alteração da jurisprudência dominante.
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