RMS 74186 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos porque o acórdão embargado não contém omissão, obscuridade ou contradição: o relator do AI n. 0020885-16.2013.4.01.0000/BA apenas proferiu despacho de mero expediente sem manifestação concreta ou decisão que caracterizasse ilegalidade, teratologia, abuso de poder ou usurpação de competência; assim, não há afronta à coisa julgada nem desvirtuamento de competência, e os embargos não são meio adequado para rediscutir a matéria. Ademais, afastou-se a aplicação da multa do art. 1.026, § 2º do CPC por inexistir caráter manifestamente protelatório.
- Parties
- Embargante: HUGO AMARAL VILLARPANDO; Impugnante: BANCO CENTRAL DO BRASIL - BACEN; Parte: ESTADO DA BAHIA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 June 2025
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração No Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Decisão Que Rejeitou Os Embargos De Declaração
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Coisa Julgada Material, Competência, Mandado De Segurança, Agravo De Instrumento, Multa Por Embargos (art. 1.026, § 2º Do Cpc)
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
HUGO AMARAL VILLARPANDO
Embargante
BANCO CENTRAL DO BRASIL - BACEN
Impugnante
ESTADO DA BAHIA
Parte
Procedural Posture
Embargos De Declaração No Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Decisão Que Rejeitou Os Embargos De Declaração
Legal Issues
- 1 existência de omissão, obscuridade ou contradição no acórdão
- 2 alegada afronta à coisa julgada material
- 3 verificação de usurpação de competência e competência constitucional (art. 109, I, CF)
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque o acórdão embargado não contém omissão, obscuridade ou contradição: o relator do AI n. 0020885-16.2013.4.01.0000/BA apenas proferiu despacho de mero expediente sem manifestação concreta ou decisão que caracterizasse ilegalidade, teratologia, abuso de poder ou usurpação de competência; assim, não há afronta à coisa julgada nem desvirtuamento de competência, e os embargos não são meio adequado para rediscutir a matéria. Ademais, afastou-se a aplicação da multa do art. 1.026, § 2º do CPC por inexistir caráter manifestamente protelatório.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados
Orders
- Rejeito os embargos de declaração
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment