AREsp 2382904 - ACORDAO
Rejeitaram-se os embargos porque o acórdão embargado examinou de forma clara e fundamentada as questões essenciais, não havendo omissão, contradição ou erro material; a matéria suscitada exigiria reexame de contratos e de prova, vedado pelo enunciado das Súmulas 5 e 7 do STJ; não se configuraram negativa de prestação jurisdicional nem cerceamento de defesa; e não houve demonstração de má-fé apta a ensejar repetição do indébito em dobro.
- Parties
- Embargante: CLÉSIA GLÓRIA MORAES ALMEIDA; Embargante: ORENSTEN SOARES DE ALMEIDA JÚNIOR; Embargada: AMÉLIA MARIA DE ALMEIDA ALVES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 December 2025
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração No Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Embargos De Declaração Julgados (rejeitados) Pela Terceira Turma Em Sessão Virtual De 03/12/2025 a 09/12/2025
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Súmula N. 5 Do STJ, Súmula N. 7 Do STJ, Ação Revisional De Contrato Bancário, Juros Remuneratórios, Repetição Do Indébito Em Dobro, Cerceamento De Defesa, Negativa De Prestação Jurisdicional, Prequestionamento, Modulação De Juros
Case Brief
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Parties
CLÉSIA GLÓRIA MORAES ALMEIDA
Embargante
ORENSTEN SOARES DE ALMEIDA JÚNIOR
Embargante
AMÉLIA MARIA DE ALMEIDA ALVES
Embargada
Procedural Posture
Embargos De Declaração No Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Embargos De Declaração Julgados (rejeitados) Pela Terceira Turma Em Sessão Virtual De 03/12/2025 a 09/12/2025
Legal Issues
- 1 existência de omissão, contradição ou erro material no acórdão
- 2 incidência das Súmulas n. 5 e 7 do STJ e vedação ao reexame de fatos e provas
- 3 alegada negativa de prestação jurisdicional
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque o acórdão embargado examinou de forma clara e fundamentada as questões essenciais, não havendo omissão, contradição ou erro material; a matéria suscitada exigiria reexame de contratos e de prova, vedado pelo enunciado das Súmulas 5 e 7 do STJ; não se configuraram negativa de prestação jurisdicional nem cerceamento de defesa; e não houve demonstração de má-fé apta a ensejar repetição do indébito em dobro.
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