AREsp 1697049 - DECISAO

AREsp 1697049 - DECISAO

Rejeitaram-se os embargos porque não houve obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada; assim, não há vício a ser sanado pelos embargos, e não se verificou litigância de má-fé, pois os recursos foram interpostos nos termos legais sem abuso do direito de recorrer.

Parties
Embargante: ADILSON ROSALEN; Embargada: Autarquia
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
03 February 2021
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos De Declaração
Outcome
Embargos de declaração rejeitados
Legal Topics
Embargos De Declaração, Litigância De Má Fé, Multa Processual, Recurso Especial, Omissão, Protelatório

Case Brief

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Parties

ADILSON ROSALEN

Embargante

Autarquia

Embargada

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos De Declaração

  1. 1 omissão quanto ao pedido de condenação da Autarquia ao pagamento de multa por litigância de má-fé
  2. 2 se houve litigância de má-fé
  3. 3 adequação dos embargos de declaração para sanar vícios (obscuridade, contradição, omissão, erro material)

Ratio Decidendi

Rejeitaram-se os embargos porque não houve obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada; assim, não há vício a ser sanado pelos embargos, e não se verificou litigância de má-fé, pois os recursos foram interpostos nos termos legais sem abuso do direito de recorrer.

Court Disposition

Embargos de declaração rejeitados

Orders

  • Rejeito os embargos de declaração.
  • Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).