AREsp 1377541 - ACORDAO

AREsp 1377541 - ACORDAO

Os embargos de declaração foram rejeitados porque não indicaram omissão no acórdão, repetiram argumentos já analisados e dissociaram-se da realidade dos autos; além disso, a tentativa de afastar súmula não se sustentou diante da fundamentação não impugnada, justificando a aplicação da multa de 2% sobre o valor atualizado da causa nos termos do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015.

Parties
Embargante: MENEZES E REBLIN - ADVOGADOS REUNIDOS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
10 March 2021
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão Colegiada Acórdão
Outcome
Embargos de declaração rejeitados, com aplicação de multa.
Legal Topics
Embargos De Declaração, Omissão, Multa Processual, Súmula 7/stj, Súmula 98/stj, Súmula 182/stj, Súmula 282/stf, Prescrição, Honorários Advocatícios, Art. 1.022 Do Cpc/2015, Art. 1.026, § 2º Do Cpc/2015

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Authorities cited 9 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

MENEZES E REBLIN - ADVOGADOS REUNIDOS

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão Colegiada Acórdão

  1. 1 existência de omissão no acórdão
  2. 2 aplicação de multa por caráter manifestamente protelatório
  3. 3 incidência de súmulas como obstáculo à admissibilidade recursal

Ratio Decidendi

Os embargos de declaração foram rejeitados porque não indicaram omissão no acórdão, repetiram argumentos já analisados e dissociaram-se da realidade dos autos; além disso, a tentativa de afastar súmula não se sustentou diante da fundamentação não impugnada, justificando a aplicação da multa de 2% sobre o valor atualizado da causa nos termos do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015.

Court Disposition

Embargos de declaração rejeitados, com aplicação de multa.

Orders

  • Rejeitar os embargos de declaração.
  • Aplicar multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, conforme art. 1.026, § 2º, do CPC/2015.