AREsp 1635189 - ACORDAO
O Tribunal concluiu que o acórdão embargado abordou de forma fundamentada e completa as questões necessárias, inexistindo omissão, contradição, obscuridade ou erro material nos termos do art. 1.022 do CPC/2015; aplicou-se a Súmula 211/STJ às matérias não apreciadas pelo tribunal a quo; verificou-se que a controvérsia demanda análise da Resolução ANEEL nº 414/2010 (ato infralegal que não se insere no conceito de lei federal), o que afasta a via do Recurso Especial; e caracterizou-se o manejo sucessivo dos embargos como manifestamente protelatório, justificando a imposição de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa.
- Parties
- Embargante: COMPANHIA PAULISTA DE FORCA E LUZ; Embargado: Município
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 April 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Segundos Embargos De Declaração Opostos Ao Acórdão Da Segunda Turma Do STJ
- Outcome
- Segundos Embargos de Declaração rejeitados por unanimidade pela Segunda Turma do STJ
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Preclusão, Súmula 211 STJ, Resolução ANEEL Nº 414/2010, Litisconsórcio Necessário, Inépcia Da Petição Inicial, Multa Por Atos Protelatórios
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
COMPANHIA PAULISTA DE FORCA E LUZ
Embargante
Município
Embargado
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Segundos Embargos De Declaração Opostos Ao Acórdão Da Segunda Turma Do STJ
Legal Issues
- 1 existência de omissão, contradição, obscuridade ou erro material no acórdão (art. 1.022 CPC/2015)
- 2 incidência da Súmula 211/STJ quanto a questões não apreciadas pelo tribunal a quo
- 3 necessidade de análise da Resolução ANEEL nº 414/2010 e seu enquadramento quanto ao conceito de lei federal
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que o acórdão embargado abordou de forma fundamentada e completa as questões necessárias, inexistindo omissão, contradição, obscuridade ou erro material nos termos do art. 1.022 do CPC/2015; aplicou-se a Súmula 211/STJ às matérias não apreciadas pelo tribunal a quo; verificou-se que a controvérsia demanda análise da Resolução ANEEL nº 414/2010 (ato infralegal que não se insere no conceito de lei federal), o que afasta a via do Recurso Especial; e caracterizou-se o manejo sucessivo dos embargos como manifestamente protelatório, justificando a imposição de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa.
Court Disposition
Segundos Embargos de Declaração rejeitados por unanimidade pela Segunda Turma do STJ
Orders
- Rejeitam-se os embargos de declaração
- Condena-se a parte embargante ao pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, nos termos do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015
Full Case Text
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