REsp 1924910 - DECISAO
Aplicou-se a Súmula 187 do STJ e o art. 1.007, §2º, do CPC ao entendimento de que o comprovante de agendamento bancário não comprova o preparo, razão pela qual o recurso especial foi considerado deserto; os embargos de declaração foram rejeitados por não demonstrarem obscuridade, contradição, omissão ou erro material, e a prova de suspensão de prazo por recesso deve ser por documento oficial do Tribunal de origem.
- Parties
- Embargante: MARIO DE MEIRA LIMA; Embargante: OUTRO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 May 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Julgamento Dos Embargos De Declaração
- Outcome
- rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Preparo, Custas Processuais, Tempestividade, Jurisprudência Do STJ
Case Brief
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Parties
MARIO DE MEIRA LIMA
Embargante
OUTRO
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Julgamento Dos Embargos De Declaração
Legal Issues
- 1 Se o comprovante de agendamento bancário comprova o preparo e, consequentemente, se o recurso especial estaria deserto por falta de preparo
- 2 Se houve omissão na decisão por não ter considerado os extratos bancários juntados às fls. 372 e 375
- 3 Se a demonstração de feriado ou recesso local foi suficiente para justificar a tempestividade do recurso
Ratio Decidendi
Aplicou-se a Súmula 187 do STJ e o art. 1.007, §2º, do CPC ao entendimento de que o comprovante de agendamento bancário não comprova o preparo, razão pela qual o recurso especial foi considerado deserto; os embargos de declaração foram rejeitados por não demonstrarem obscuridade, contradição, omissão ou erro material, e a prova de suspensão de prazo por recesso deve ser por documento oficial do Tribunal de origem.
Court Disposition
rejeitados
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
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