EREsp 1898283 - ACORDAO
Os embargos foram rejeitados porque não se verificou obscuridade, contradição ou omissão no acórdão recorrido; a discussão sobre a nulidade da prova pericial exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; e não houve demonstração de caráter protelatório que justificasse a aplicação da multa do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015.
- Parties
- Embargante: Companhia Energética do Maranhão - CEMAR
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 May 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração No Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Dos Embargos De Declaração Pela Terceira Turma (acórdão)
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados por unanimidade.
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Agravo Interno, Recurso Especial, Prova Pericial, Súmula 7/stj, Multa Processual
Case Brief
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Parties
Companhia Energética do Maranhão - CEMAR
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração No Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Dos Embargos De Declaração Pela Terceira Turma (acórdão)
Legal Issues
- 1 Presença ou inexistência de omissão no acórdão recorrido
- 2 Possibilidade de reexame de prova pericial diante da Súmula 7/STJ
- 3 Caracterização de embargos de declaração com efeito modificativo ou protelatório
Ratio Decidendi
Os embargos foram rejeitados porque não se verificou obscuridade, contradição ou omissão no acórdão recorrido; a discussão sobre a nulidade da prova pericial exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; e não houve demonstração de caráter protelatório que justificasse a aplicação da multa do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados por unanimidade.
Orders
- Rejeitam-se os embargos de declaração.
- Não se aplica a multa prevista no art. 1.026, § 2º, do CPC/2015.
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