AREsp 1905170 - DECISAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque a parte embargante não demonstrou obscuridade, contradição, omissão ou erro material previstos no art. 1.022 do CPC, não enfrentou a questão da tempestividade do seu recurso especial (fundamento do não conhecimento do agravo) e não estabeleceu conexão dialética com a...
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- Parties
- Embargante: RTS BAR E RESTAURANTE LTDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 August 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos De Declaração
- Outcome
- Rejeitados os embargos de declaração.
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Tempestividade, Princípio Da Dialeticidade, Embargos Protelatórios, Multas Processuais
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Parties
RTS BAR E RESTAURANTE LTDA
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos De Declaração
Legal Issues
- 1 se os embargos de declaração poderiam sanar vício apontado na decisão que não conheceu do agravo por intempestividade
- 2 se há omissão, obscuridade, contradição ou erro material a autorizar acolhimento dos embargos
- 3 aplicabilidade de multa por embargos manifestamente protelatórios
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque a parte embargante não demonstrou obscuridade, contradição, omissão ou erro material previstos no art. 1.022 do CPC, não enfrentou a questão da tempestividade do seu recurso especial (fundamento do não conhecimento do agravo) e não estabeleceu conexão dialética com a decisão impugnada; ademais, os aclaratórios visavam apenas rediscutir matéria decidida, sendo inadequada a via, devendo a parte ser advertida sobre multa por embargos protelatórios nos termos do art. 1.026, §2º, do CPC.
Court Disposition
Rejeitados os embargos de declaração.
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
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