AREsp 1983355 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos porque não foi verificado qualquer vício sanável (obscuridade, contradição, omissão ou erro material) na decisão embargada; a alegação de suspensão de prazos em razão da pandemia não foi comprovada por documentação oficial ou certidão do Tribunal de origem, sendo insuficiente a mera menção; e os embargos não podem ser utilizados para rediscutir matéria já decidida, configurando mera insatisfação da parte.
- Parties
- Embargante: EMBRACON ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO LTDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 November 2021
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão (rejeição Dos Embargos)
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados
- Legal Topics
- Embargos De Declaração, Tempestividade Recursal, Suspensão De Prazos, Comprovação De Feriado/recesso, Multas Por Embargos Protelatórios
Case Brief
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Parties
EMBRACON ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO LTDA
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão (rejeição Dos Embargos)
Legal Issues
- 1 se os embargos de declaração deveriam ser conhecidos
- 2 se a suspensão de prazos em razão da pandemia de Covid-19 tornava tempestivo o agravo interposto em meio físico
- 3 exigência de comprovação por documento oficial ou certidão do tribunal de origem para feriado/recesso/local de paralisação
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos porque não foi verificado qualquer vício sanável (obscuridade, contradição, omissão ou erro material) na decisão embargada; a alegação de suspensão de prazos em razão da pandemia não foi comprovada por documentação oficial ou certidão do Tribunal de origem, sendo insuficiente a mera menção; e os embargos não podem ser utilizados para rediscutir matéria já decidida, configurando mera insatisfação da parte.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados
Orders
- Rejeito os embargos de declaração opostos por EMBRACON ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO LTDA.
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos que tratem do mesmo assunto serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC).
Full Case Text
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