AREsp 2661123 - DECISAO

AREsp 2661123 - DECISAO

Os embargos foram rejeitados porque a decisão embargada não padecia de omissão, contradição, obscuridade ou erro material nos termos do art. 1.022 CPC; os artigos invocados (art. 77 CPC e art. 349 CC) não foram discutidos na origem e, portanto, não estão prequestionados (Súmula 211/STJ); questões de intimação dependem de reexame fático, vedado pela Súmula 7/STJ; o acórdão de origem consignou que a venda do imóvel não altera o título executivo; por tais razões os aclaratórios tinham caráter infringente e foram rejeitados, sem aplicação imediata da multa do art. 1.026, §2º, do CPC, havendo advertência para futura imposição em caso de embargos reiterados com caráter protelatório.

Parties
Embargante: SIGFRID WILLI SCHWEIGERT
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
05 February 2025
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão
Legal Topics
Embargos De Declaração, Omissão, Contradição, Prequestionamento, Súmula 211/stj, Súmula 7/stj, Multa Art. 1.026 CPC, Intimação, Sub Rogação

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

SIGFRID WILLI SCHWEIGERT

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão

  1. 1 existência de omissão, contradição, obscuridade ou erro material (art. 1.022 CPC)
  2. 2 prequestionamento de artigos 77 do CPC e 349 do CC
  3. 3 aplicabilidade da Súmula nº 211/STJ por ausência de prequestionamento

Ratio Decidendi

Os embargos foram rejeitados porque a decisão embargada não padecia de omissão, contradição, obscuridade ou erro material nos termos do art. 1.022 CPC; os artigos invocados (art. 77 CPC e art. 349 CC) não foram discutidos na origem e, portanto, não estão prequestionados (Súmula 211/STJ); questões de intimação dependem de reexame fático, vedado pela Súmula 7/STJ; o acórdão de origem consignou que a venda do imóvel não altera o título executivo; por tais razões os aclaratórios tinham caráter infringente e foram rejeitados, sem aplicação imediata da multa do art. 1.026, §2º, do CPC, havendo advertência para futura imposição em caso de embargos reiterados com caráter protelatório.