REsp 1726885 - DECISAO

REsp 1726885 - DECISAO

O Tribunal Federal Superior não conheceu do recurso especial porque a revisão do acórdão do TRF4 exigiria o reexame do conjunto fático-probatório (prova de que o enriquecimento ilícito beneficiou o casal), o que é vedado pela Súmula 7 do STJ; o acórdão de origem concluiu, com base nas provas, que o credor comprovou o locupletamento em benefício do casal, justificando a manutenção da penhora e a impossibilidade de resguardar a meação.

Parties
Recorrente / Embargante: ABIGAIL BORGES MONICH; Executado / Cônjuge: LOBIN EFIN MONICH; Exequente / Fisco: Receita Federal do Brasil
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
28 September 2021
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecido (decisão: Não Conheço Do Recurso Especial)
Outcome
recurso especial não conhecido
Legal Topics
Embargos De Terceiro, Penhora, Meação, Comunhão Universal De Bens, Execução Fiscal, Enriquecimento Ilícito, Ônus Da Prova, Súmula 7 Do STJ, Súmula 251 Do STJ

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 17 Party arguments 2 Amounts and remedies 8
Sign in to unlock

Parties

ABIGAIL BORGES MONICH

Recorrente / Embargante

LOBIN EFIN MONICH

Executado / Cônjuge

Receita Federal do Brasil

Exequente / Fisco

Procedural Posture

Recurso Especial / Não Conhecido (decisão: Não Conheço Do Recurso Especial)

  1. 1 se a meação responde por dívidas fiscais do cônjuge na comunhão universal de bens
  2. 2 ônus da prova quanto ao benefício do enriquecimento ilícito ao casal (Súmula 251)
  3. 3 possibilidade de revisão de matéria fático-probatória no recurso especial (Súmula 7)

Ratio Decidendi

O Tribunal Federal Superior não conheceu do recurso especial porque a revisão do acórdão do TRF4 exigiria o reexame do conjunto fático-probatório (prova de que o enriquecimento ilícito beneficiou o casal), o que é vedado pela Súmula 7 do STJ; o acórdão de origem concluiu, com base nas provas, que o credor comprovou o locupletamento em benefício do casal, justificando a manutenção da penhora e a impossibilidade de resguardar a meação.

Court Disposition

recurso especial não conhecido

Orders

  • Não conheço do recurso especial.
  • Majo-ro os honorários sucumbenciais em 10% sobre o valor já fixado na origem (art. 85, §11, CPC/2015).