AREsp 2471819 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque sua pretensão demandaria o reexame do conjunto fático-probatório apreciado pelo Tribunal de origem (incidência da Súmula 7/STJ) e porque questões constitucionais suscitadas não são de competência do STJ. O Tribunal de origem corretamente concluiu que o agravante não comprovou posse anterior e de boa-fé, enquanto as demais embargantes o fizeram, razão pela qual manteve-se a improcedência do pedido quanto ao agravante e revogou-se a penhora apenas dos imóveis ocupados por Maria Helena e Marina.
- Parties
- Agravante/recorrente: PERLINDO FRANCISCO DE SIQUEIRA; Embargante: Maria Helena Januário Jeronymo; Embargante: Marina Palmeira da Silva
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1.042 Do Cpc/15) Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Julgamento Do Agravo No Superior Tribunal De Justiça, Juízo Prévio De Admissibilidade E Mérito Do Agravo
- Outcome
- Conhece-se do agravo e nega-se provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Embargos De Terceiro, Penhora, Bem De Família, Posse, Súmula 7/stj, Inadmissão De Recurso Especial
Case Brief
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Parties
PERLINDO FRANCISCO DE SIQUEIRA
Agravante/recorrente
Maria Helena Januário Jeronymo
Embargante
Marina Palmeira da Silva
Embargante
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042 Do Cpc/15) Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Julgamento Do Agravo No Superior Tribunal De Justiça, Juízo Prévio De Admissibilidade E Mérito Do Agravo
Legal Issues
- 1 Comprovação de posse anterior e de boa-fé do embargante Perlindo Francisco de Siqueira
- 2 Aplicabilidade da Súmula 7 do STJ quanto ao reexame de matéria fático-probatória em recurso especial
- 3 Eficácia de hipoteca anteriormente registrada face a adquirentes de boa-fé (Súmula 308/STJ)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque sua pretensão demandaria o reexame do conjunto fático-probatório apreciado pelo Tribunal de origem (incidência da Súmula 7/STJ) e porque questões constitucionais suscitadas não são de competência do STJ. O Tribunal de origem corretamente concluiu que o agravante não comprovou posse anterior e de boa-fé, enquanto as demais embargantes o fizeram, razão pela qual manteve-se a improcedência do pedido quanto ao agravante e revogou-se a penhora apenas dos imóveis ocupados por Maria Helena e Marina.
Court Disposition
Conhece-se do agravo e nega-se provimento ao recurso especial.
Orders
- Majoram-se os honorários advocatícios em 10% sobre o valor já fixado na origem (art. 85, § 11, do CPC).
- Publique-se.
Full Case Text
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