AREsp 2583569 - ACORDAO

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A condenação foi mantida porque se assentou em prova produzida em juízo, submetida ao contraditório e à ampla defesa, além de elementos da fase policial que foram corroborados; o pedido de absolvição do MP não vincula o julgador (art. 385 CPP) e a revisão do conjunto fático-probatório é vedada pela Súmula n. 7 do...

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Parties
Agravante: JONAS EMANUEL DE OLIVEIRA; Custos Legis: Ministério Público Federal; Titular Da Ação Penal: Ministério Público do Estado de Minas Gerais
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
19 May 2025
Procedural Posture
Agravo Regimental / Decisão Que Negou Provimento a Recurso Especial E Manteve a Condenação
Legal Topics
Embriaguez Ao Volante, Resistência, Prova Inquisitorial, Art. 155 Do CPP, Princípio Do Livre Convencimento Motivado, Súmula N. 7 Do STJ
Direito Penal Processo Penal Embriaguez Ao Volante Resistência Prova Inquisitorial Art. 155 Do CPP Princípio Do Livre Convencimento Motivado Súmula N. 7 Do STJ

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Parties

JONAS EMANUEL DE OLIVEIRA

Agravante

Ministério Público Federal

Custos Legis

Ministério Público do Estado de Minas Gerais

Titular Da Ação Penal

Procedural Posture

Agravo Regimental / Decisão Que Negou Provimento a Recurso Especial E Manteve a Condenação

  1. 1 Se a condenação foi baseada exclusivamente em provas inquisitoriais, em afronta ao art. 155 do CPP
  2. 2 Se houve ofensa ao sistema acusatório pela não observância do parecer do Ministério Público Federal
  3. 3 Se a revisão do critério de valoração das provas demandaria reexame do conjunto fático-probatório vedado pela Súmula n. 7/STJ

Ratio Decidendi

A condenação foi mantida porque se assentou em prova produzida em juízo, submetida ao contraditório e à ampla defesa, além de elementos da fase policial que foram corroborados; o pedido de absolvição do MP não vincula o julgador (art. 385 CPP) e a revisão do conjunto fático-probatório é vedada pela Súmula n. 7 do STJ, não sendo possível reformar a valoração das provas sem reexame dos fatos.