AREsp 2552237 - DECISAO
O tribunal concluiu que a Corte de origem analisou fatos e provas e verificou que a instituição financeira comprovou a contratação por meio de contrato com assinatura digital (biometria facial, geolocalização e IP) e comprovante de TED, atendendo ao ônus probatório do art. 373, II, do CPC; a parte agravante não demonstrou divergência jurisprudencial plausível nem violação de dispositivo de lei federal apta a ensejar recurso especial; a revisão demandaria reexame de provas vedado pela Súmula 7/STJ; por isso o agravo foi desprovido e mantida a decisão de origem, com majoração de honorários conforme art. 85, §11, do CPC/15.
- Parties
- Agravante/recorrente: AUTORA; Apelado/recorrido: BANCO SANTANDER S.A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo (contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial) / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (nega Provimento Ao Agravo)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo
- Legal Topics
- Empréstimo Consignado, Ônus Da Prova (art. 373 Cpc), Inversão Do Ônus Da Prova (art. 6º Cdc), Prova Eletrônica/assinatura Digital/biometria, Devolução Em Dobro, Danos Morais, Competência Do STJ Para Lei Federal, Resolução Do Banco Central
Case Brief
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Parties
AUTORA
Agravante/recorrente
BANCO SANTANDER S.A
Apelado/recorrido
Procedural Posture
Agravo (contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial) / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (nega Provimento Ao Agravo)
Legal Issues
- 1 Se houve nulidade/fragilidade probatória do contrato de empréstimo consignado assinado digitalmente (biometria facial, geolocalização e IP)
- 2 Se a instituição financeira cumpriu o ônus de comprovar fato impeditivo do direito do autor (art. 373, II, CPC)
- 3 Se houve violação de dispositivos de lei federal apta a autorizar recurso especial
Ratio Decidendi
O tribunal concluiu que a Corte de origem analisou fatos e provas e verificou que a instituição financeira comprovou a contratação por meio de contrato com assinatura digital (biometria facial, geolocalização e IP) e comprovante de TED, atendendo ao ônus probatório do art. 373, II, do CPC; a parte agravante não demonstrou divergência jurisprudencial plausível nem violação de dispositivo de lei federal apta a ensejar recurso especial; a revisão demandaria reexame de provas vedado pela Súmula 7/STJ; por isso o agravo foi desprovido e mantida a decisão de origem, com majoração de honorários conforme art. 85, §11, do CPC/15.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Majorar em 10% (dez por cento) a quantia já arbitrada a título de honorários em favor da parte recorrida, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/15, observados os limites dos §§ 2º e 3º do mesmo artigo.
Full Case Text
Judgment text and source record
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