REsp 2131207 - DECISAO
O acórdão concluiu que o contrato de empréstimo consignado foi celebrado regularmente e os valores foram creditados na conta do autor, que os transferiu a terceiro, inexistindo prova de participação do banco na fraude; diante da culpa exclusiva do mutuário e da ausência de nexo de causalidade com o banco não há obrigação de indenizar, nem configuração de dano moral, e a revisão dessas conclusões implicaria reexame de fatos e provas vedado pelas Súmulas n. 5 e 7 do STJ.
- Parties
- Recorrente: Rodrigo Augusto Carlos Bispo; Recorrido: BANCO DAYCOVAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 August 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Negado Provimento
- Outcome
- Negado provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Empréstimo Consignado, Fraude, Responsabilidade Civil, Culpa Exclusiva, Dano Moral, Contrato, Portabilidade
Case Brief
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Parties
Rodrigo Augusto Carlos Bispo
Recorrente
BANCO DAYCOVAL
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Negado Provimento
Legal Issues
- 1 responsabilidade do banco por fraude em operação de empréstimo consignado
- 2 caracterização de culpa exclusiva do mutuário como excludente de responsabilidade
- 3 reparação por dano moral e seus limites
Ratio Decidendi
O acórdão concluiu que o contrato de empréstimo consignado foi celebrado regularmente e os valores foram creditados na conta do autor, que os transferiu a terceiro, inexistindo prova de participação do banco na fraude; diante da culpa exclusiva do mutuário e da ausência de nexo de causalidade com o banco não há obrigação de indenizar, nem configuração de dano moral, e a revisão dessas conclusões implicaria reexame de fatos e provas vedado pelas Súmulas n. 5 e 7 do STJ.
Court Disposition
Negado provimento ao recurso especial.
Orders
- Intimem-se.
Full Case Text
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