AREsp 3035130 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial, por fundamento de que a pretensão do recorrente implicaria o reexame de matéria fática probatória (vedado pela Súmula 7/STJ), sendo que o valor arbitrado a título de danos morais (R$ 1.000,00) não se mostrou irrisório ou excessivo a autorizar sua revisão; além disso, o Tribunal de origem concluiu que a instituição financeira não comprovou a regular contratação, justificando a declaração de descontos indevidos e a manutenção da indenização segundo os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade.
- Parties
- Agravante: JOSE MOREIRA; Apelada: INSTITUIÇÃO FINANCEIRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 October 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Face De Decisão De Admissibilidade De Recurso Especial / Decisão De Não Admissão Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial.
- Legal Topics
- Empréstimo Consignado, Dano Moral, Indenização, Ônus Da Prova (art. 373, II, Cpc), Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
JOSE MOREIRA
Agravante
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA
Apelada
Procedural Posture
Agravo Em Face De Decisão De Admissibilidade De Recurso Especial / Decisão De Não Admissão Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se o valor de R$ 1.000,00 arbitrado a título de dano moral viola o art. 944, caput, do Código Civil e deve ser majorado
- 2 Se é possível revisão do quantum indenizatório em Recurso Especial diante da vedação de reexame de provas pela Súmula 7/STJ
- 3 Se a instituição financeira cumpriu o ônus de provar a regular contratação do empréstimo consignado, nos termos do art. 373, II, do CPC
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial, por fundamento de que a pretensão do recorrente implicaria o reexame de matéria fática probatória (vedado pela Súmula 7/STJ), sendo que o valor arbitrado a título de danos morais (R$ 1.000,00) não se mostrou irrisório ou excessivo a autorizar sua revisão; além disso, o Tribunal de origem concluiu que a instituição financeira não comprovou a regular contratação, justificando a declaração de descontos indevidos e a manutenção da indenização segundo os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade.
Court Disposition
Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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