REsp 2240608 - DECISAO
O Tribunal entendeu que não há omissão ou obscuridade no acórdão recorrido, que aplicou corretamente o Tema 1061 do STJ também a contratações digitais, tendo a instituição financeira deixado de se desincumbir do ônus probatório de demonstrar a autenticidade das assinaturas (art. 429, II, CPC), bem como do dever de informação previsto no CDC; a alegada divergência jurisprudencial não pôde ser conhecida em razão da Súmula 7/STJ; por essas razões, negou-se provimento ao recurso especial.
- Parties
- Recorrente: ITAÚ UNIBANCO S.A.; Recorrente: BANCO ITAÚ CONSIGNADO S.A.; Recorrido: parte consumidora
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 December 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão No Recurso Especial (conhecimento E Julgamento)
- Outcome
- Conheço do recurso especial e nego provimento.
- Legal Topics
- Empréstimo Consignado, Ônus Da Prova, Assinatura Eletrônica, Dano Moral, Restituição Em Dobro, Tema 1061/stj, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
ITAÚ UNIBANCO S.A.
Recorrente
BANCO ITAÚ CONSIGNADO S.A.
Recorrente
parte consumidora
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão No Recurso Especial (conhecimento E Julgamento)
Legal Issues
- 1 regularidade da contratação de empréstimo consignado
- 2 ônus da prova quanto à autenticidade da assinatura
- 3 admissibilidade de meios de prova distintos da perícia grafotécnica
Ratio Decidendi
O Tribunal entendeu que não há omissão ou obscuridade no acórdão recorrido, que aplicou corretamente o Tema 1061 do STJ também a contratações digitais, tendo a instituição financeira deixado de se desincumbir do ônus probatório de demonstrar a autenticidade das assinaturas (art. 429, II, CPC), bem como do dever de informação previsto no CDC; a alegada divergência jurisprudencial não pôde ser conhecida em razão da Súmula 7/STJ; por essas razões, negou-se provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Conheço do recurso especial e nego provimento.
Orders
- Manter o acórdão do Tribunal de Justiça de Alagoas que reconheceu a inexistência dos contratos impugnados, determinou a restituição em dobro dos valores indevidamente descontados e condenou ao pagamento de indenização por danos morais no importe de R$ 2.000,00.
- Majorar honorários advocatícios em 10% sobre o valor já fixado na origem.
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