AREsp 2487112 - DECISAO

AREsp 2487112 - DECISAO

Negou-se provimento ao agravo porque a parte não demonstrou o dissídio jurisprudencial mediante cotejo analítico exigido pelo art. 1.029, §1º, do CPC e art. 255, §1º, do RISTJ; além disso, o quantum de R$100.000,00 foi considerado proporcional pela instância ordinária e sua modificação implicaria reexame de fatos e provas vedado pela Súmula n. 7 do STJ.

Parties
Agravante: REAL E BENEMÉRITA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BENEFICIÊNCIA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
07 February 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo Em Recurso Especial
Outcome
negou provimento ao agravo em recurso especial
Legal Topics
Erro Médico, Dano Moral, Dano Estético, Pensão Vitalícia, Dissídio Jurisprudencial, Cotejo Analítico, Súmula 7/stj, Honorários Advocatícios, Inadmissibilidade De Recurso Especial

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 7 Party arguments 2 Amounts and remedies 2
Sign in to unlock

Parties

REAL E BENEMÉRITA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BENEFICIÊNCIA

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo Em Recurso Especial

  1. 1 inadmissibilidade do recurso especial por ausência de cotejo analítico
  2. 2 possibilidade de revisão do quantum indenizatório por esta Corte
  3. 3 incidência da Súmula 7 do STJ

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo porque a parte não demonstrou o dissídio jurisprudencial mediante cotejo analítico exigido pelo art. 1.029, §1º, do CPC e art. 255, §1º, do RISTJ; além disso, o quantum de R$100.000,00 foi considerado proporcional pela instância ordinária e sua modificação implicaria reexame de fatos e provas vedado pela Súmula n. 7 do STJ.

Court Disposition

negou provimento ao agravo em recurso especial

Orders

  • Nega-se provimento ao agravo em recurso especial.
  • Majoram-se, em 10% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, os honorários advocatícios em desfavor da parte recorrente, nos termos do § 11 do art. 85 do CPC.