AREsp 2799853 - DECISAO
O Tribunal concluiu que não houve prova de erro substancial ou vício de consentimento que maculasse o negócio jurídico; o contrato de cartão de crédito consignado foi assinado, continha cláusulas claras e documentos juntados comprovam operações e descontos; não se demonstrou falha na prestação do serviço nem ato ilícito do banco; a pretensão implicaria revolvimento do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; assim, conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial, majorando-se honorários para 16% com fundamento no art. 85, §11, CPC/2015.
- Parties
- Agravante/recorrente: CARLOS EDUARDO ALVES; Apelado/réu: BMG
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 January 2025
- Procedural Posture
- Agravo De Decisão (agravo Contra Inadmissão De Recurso Especial) / Conheço Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial; Decisão Final Sobre Admissibilidade E Mérito Recursal Restrito
- Outcome
- conheço do agravo para não conhecer do recurso especial
- Legal Topics
- Erro Substancial, Contrato De Cartão De Crédito Consignado, Empréstimo Consignado, Vício De Consentimento, Ônus Da Prova, Reexame De Provas E Súmula 7/stj, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
CARLOS EDUARDO ALVES
Agravante/recorrente
BMG
Apelado/réu
Procedural Posture
Agravo De Decisão (agravo Contra Inadmissão De Recurso Especial) / Conheço Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial; Decisão Final Sobre Admissibilidade E Mérito Recursal Restrito
Legal Issues
- 1 se houve erro substancial na contratação do cartão de crédito consignado que justificasse anulação ou conversão do contrato
- 2 se houve falha na prestação do serviço e ato ilícito do banco ensejando responsabilidade civil
- 3 se era possível equiparar contrato de cartão de crédito consignado ao empréstimo pessoal consignado
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que não houve prova de erro substancial ou vício de consentimento que maculasse o negócio jurídico; o contrato de cartão de crédito consignado foi assinado, continha cláusulas claras e documentos juntados comprovam operações e descontos; não se demonstrou falha na prestação do serviço nem ato ilícito do banco; a pretensão implicaria revolvimento do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; assim, conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial, majorando-se honorários para 16% com fundamento no art. 85, §11, CPC/2015.
Court Disposition
conheço do agravo para não conhecer do recurso especial
Orders
- não conhecer do recurso especial interposto por CARLOS EDUARDO ALVES
- majorar os honorários advocatícios de 15% para 16% sobre o valor atualizado da causa (art. 85, § 11, CPC/2015)
Full Case Text
Judgment text and source record
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