REsp 2000104 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem, com base no conjunto probatório (laudo prosopográfico e grafotécnico, além de depoimentos e demais provas), concluiu pela autoria e materialidade; demonstrou que os documentos permaneceram na posse do apelante com potencialidade lesiva, afastando a aplicação do princípio da consunção e justificando a condenação pelo crime de uso de documento falso em concurso material com estelionato; a alteração da conclusão demandaria reexame de provas, vedado pela Súmula 7/STJ; não foi demonstrado dissídio pretoriano apto a respaldar apreciação diversa.
- Parties
- Recorrente: JOSE RICARDO ALVES DE LIMA; Parte Ofendida: Banco Votorantim; Parte Ofendida: Banco Bradesco; Parte Ofendida: INSS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 June 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento
- Legal Topics
- Estelionato, Estelionato Previdenciário, Uso De Documento Falso, Continuidade Delitiva, Princípio Da Consunção, Concurso Formal, Dosimetria Da Pena, Prova Pericial, Inépcia Da Denúncia, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
JOSE RICARDO ALVES DE LIMA
Recorrente
Banco Votorantim
Parte Ofendida
Banco Bradesco
Parte Ofendida
INSS
Parte Ofendida
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento
Legal Issues
- 1 insuficiência das provas periciais para amparar a condenação
- 2 aplicabilidade do princípio da consunção e da Súmula 17/STJ
- 3 reconhecimento do concurso formal entre estelionato e uso de documento falso
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem, com base no conjunto probatório (laudo prosopográfico e grafotécnico, além de depoimentos e demais provas), concluiu pela autoria e materialidade; demonstrou que os documentos permaneceram na posse do apelante com potencialidade lesiva, afastando a aplicação do princípio da consunção e justificando a condenação pelo crime de uso de documento falso em concurso material com estelionato; a alteração da conclusão demandaria reexame de provas, vedado pela Súmula 7/STJ; não foi demonstrado dissídio pretoriano apto a respaldar apreciação diversa.
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